quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Portal ACID - versão 2.0

ACID apresenta Soluções Empresariais aos seus Associados.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Next Generation Center

Excelentes Cursos de T.I. (Tecnologia da Informação) gratuitos e online com certificação da Intel (maior fabricante de processadores).

Ótimo ambiente para se manter antenado com o mundo digital.

Next Generation Center.

Bruno Tavares.

Redes Sem Fio (Wireless)

Inicialmente os computadores eram utilizados somente em grandes instituições devido ao seu elevado preço. As informações eram centralizadas em computadores de grande porte (mainframe) e os mesmos eram utilizados por pessoas altamente especializadas. No entanto com a introdução dos microcomputadores no cenário da informática, a estrutura centralizada cedeu
lugar a uma nova estrutura, totalmente distribuída. Muitas vezes este tipo de estrutura distribuída ocasionava alguns problemas, como a duplicação de informações e recursos de hardware e softwares.
Neste cenário surgem às redes de computadores, com o intuito de interligar os equipamentos de processamento de dados, antes operando isoladamente, e permitir o compartilhamento de recursos. Tais redes utilizavam variadas formas, como cabos coaxiais, par-trançado, fibra óptica, etc.
O avanço tecnológico registrado nas últimas décadas modificou profundamente as relações tanto pessoais quanto profissionais. Depois da verdadeira revolução provocada pela Internet, uma nova onda de mudanças, sintetizada na possibilidade de uma comunicação totalmente sem fio (Wireless), eleva a patamares antes inimagináveis conceitos como conectividade e mobilidade.
Ao adotar a estratégia de mobilidade, a empresa pode obter ganhos significativos de produtividade, agilidade nas respostas e na tomada de decisão, além de maior satisfação dos seus clientes.
Uma conexão sem fio é uma forma de conexão entre dois periféricos, transmissor e receptor de dados, que não requeira o uso de fios, mas utiliza-se o ar ou vácuo como meio de transmissão, permitindo o tráfego de voz e/ou dados.
Tais redes surgiram com o intuito de superar as limitações de mobilidade e instalação imposta pelas tradicionais redes cabeadas.
A comunicação sem fio ganhou um espaço considerável nas tecnologias de transmissão de dados, deixando de existir apenas nas comunicações de longa distância (feitas através de satélite), para fazer parte de ambientes locais.
Essa tendência foi fortalecida pelo investimento de instituições e empresas no sentido de aplicar a transmissão sem fio em redes locais de computadores, tendo em vista que essa tecnologia possibilita uma conexão de alta velocidade, fácil instalação e um excelente custo benefício.

As redes locais sem fio, ou WLAN, constituem-se como uma alternativa as redes convencionais com fio, fornecendo as mesmas funcionalidades, mas de forma mais flexível, de fácil configuração e boa conectividade em áreas
prediais e/ ou campus.
As redes sem fio podem se basear na utilização da rede fixa como ponto de apoio ou ainda considerar a possibilidade de ligação direta entre os computadores.
À medida que foram surgindo os computadores portáteis (notebooks,laptops, handhelds, etc.) as pessoas iam alimentando o desejo de conectar-se a internet aproveitando da mobilidade dos computadores, mas para isso os cabos seriam um grande empecilho e anulariam a mobilidade oferecida por tais máquinas. Logo, a abordagem mais prática seria equipar escritórios com transmissores e receptores de rádio de ondas curtas para permitir a
comunicação entre eles. Nesse contexto surgem as LANs (Local Area Network) sem fio. Para oferecer a tão desejada mobilidade as pessoas, diversos grupos começaram a trabalhar para descobrir maneiras de alcançar esse objetivo e, em conseqüência disso, inúmeros padrões foram estabelecidos. No entanto, por serem padrões diferentes impossibilitava a comunicação.
Uma forma de evitar a não comunicação entre dispositivos de diferentes marcas foi adotar um padrão de indústria, e como o IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) já havia criado o padrão de comunicação de redes
locais com fio (Ethernet), foi lhe incumbido à tarefa de elaborar um padrão para as LANs sem fio. O Padrão criado pelo IEEE para redes locais sem fio recebeu o nome de 802.11 (WiFi) para normalizar as técnicas de acesso ao meio (MAC) e convencionar freqüências e amplitudes da camada física (PHY). Este padrão é baseado numa arquitetura do tipo célula, muito parecido com o sistema de telefonia celular.



De acordo com o Padrão 802.11, estabelecido pelo IEEE, as redes sem fio podem ser classificadas como independentes (ad hoc) ou infra-estruturadas. Em breve escreverei mais a respeito das mesmas.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Portal - ACID



Projeto de Construção do Portal da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e Serviços de Divinópolis-MG.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

SOA e Web Services: o futuro e suas aplicações na TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação)

O SOA (Service Oriented Architecture), é um conceito abstrato e pode ser utilizado de diversas formas, no entanto tem como base e componente fundamental o conceito de serviços.
É uma espécie de função independente que permite que se faça uma ou mais requisições e que se ofereça uma ou mais respostas por meio de uma interface predefinida e padronizada. O destaque está no fato de que os serviços podem atuar utilizando apenas partes de um processo e editar, ou mesmo processar uma transação. Além disso, o importante quando se fala em serviços é saber que eles não podem depender do estado de outras funções ou processos.
O conceito de SOA, aos poucos, começa a ser aceito pelo mercado, que começa notar sua atuação e benefícios nos negócios. Isso porque, quem utiliza SOA consegue oferecer novos serviços rapidamente, o que pode acontecer por meio de sistemas de TI novos ou existentes (sistema legados).
Muito se fala sobre SOA, mas ainda não há um padrão de desenvolvimento definido, as pequenas e médias empresas ainda desconhecem a visão do conceito como gerador de valor aos negócios. Além disso, há também um desconhecimento com relação aos custos e o retorno do investimento (ROI). Aliada a essas dificuldades quanto à utilização do SOA, está a falta de padrões bem definidos.
A utilização do SOA fornece diversas vantagens aos adeptos da arquitetura, como as seguintes:
• O conceito de SOA permite encontrar uma solução relativamente barata e com um custo-benefício maior quando se refere a sistemas que precisam conversar entre si e processos que demandam maior flexibilidade e agilidade para atender as revoluções do mercado;
• Uma das características da Arquitetura Orientada a Serviços é a possibilidade de fazer o reuso de software;
• A integração de Serviços;
• Flexibilidade dos Negócios;
• Etc;
Com a arquitetura SOA, é possível transformar aplicações em componentes de software flexíveis, o que gera interoperabilidade entre diversas tecnologias. Como conseqüência dessa possibilidade, as aplicações legadas são alavancadas, há reutilização de software, redução dos custos de desenvolvimento e manutenção, além de transformação das soluções de negócios mais ágeis e fáceis de implementar;
A utilização do conceito de SOA pode contar com a colaboração de sistemas abertos, que são aqueles em que é possível que novas entidades possam passar a compor o sistema, sair dele, ou mesmo evoluir.
Há também o chamado sistema aberto distribuído, que permite que essas mesmas entidades estejam localizadas em máquinas diferentes. Com a utilização desses conceitos torna-se possível acessar distintas plataformas de hardware e implementações em diferentes linguagens de programação a partir do uso de um protocolo já definido e com uma interface com uma linguagem portável.
Portanto, nota-se que aplicações orientadas a serviços, são naturalmente aplicações distribuídas que utilizam os conceitos de distribuição, já que além de serem formadas por sistemas legados em diferentes máquinas, ainda garantem maior escalabilidade, o que é de extrema importância para a resolução dos problemas e demanda do requerente.
A flexibilização oferecida pelo SOA, esbarra em uma novo paradigma: a integração de serviços heterogêneos. Afim de resolver tais “problemas” que a computação distribuída “criou” surge os famosos Web Services.
Web Services podem ser tanto uma plataforma de comunicação e de conexão entre sistemas e usuários, quanto um conceito ou ainda um serviço dedicado ao mundo de Internet. Tecnicamente, os Web Services podem integrar uma rotina passível de ser ativada por qualquer aplicativo disponibilizado pela Web, a partir de alguns parâmetros de autenticação e segurança.
O grande motor para os Web Services é a integração entre diferentes sistemas e os dados que eles trazem consigo. Por seu intermédio é que são abertas as portas de colaboração entre pessoas interna e externamente e entre empresas e seus parceiros, diminuindo os custos e multiplicando os resultados.
A demanda por esses serviços ou ferramentas coincide com o crescimento do processamento distribuído, possibilitado pela instalação de servidores e Workstations em redes.
Uma grande vantagem dos Web Services reside no fato de a equipe de
desenvolvimento poder focar seus esforços no sistema em si, praticamente sem se preocupar com o meio de comunicação entre os processos.
Especialmente para as grandes corporações – que possuem uma infinidade de soluções concebidas por fornecedores diferentes ou mesmo desenvolvidas internamente nas mais variadas plataformas – esse conceito promete unificar, pela Web, todas as informações contidas nas aplicações, sem que haja necessidade de migração.
O protocolo básico para a construção de Web Services é o SOAP (Simple Object Access Protocol). Baseada em XML e nos protocolos de transporte da Internet (notadamente HTTP), essa tecnologia apresenta grande simplicidade e padronização.
Dentre os fabricantes que trabalham para o desenvolvimento da tecnologia estão a Microsoft (com a plataforma .NET), IBM, Oracle, Sun, entre muitos outros.
A utilização da Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) bem como dos Web Services, como integrador de sistemas legados, apesar de possibilitar inúmeros benefícios as organizações adeptas de tais paradigmas, ainda é pouco utilizado e explorado pelas pequenas e médias organizações, tendo em vista que, um dos fatores determinantes para isso é o pouco conhecimento de tais metodologias e a não padronização das mesmas.

Referencia Bibliográfica
NEXT GENERATION CENTER (Org.). SOA: Service Oriented Architecture. São Paulo, 2007.
NEXT GENERATION CENTER (Org.). Web Services. São Paulo, 2007.
WIKIPEDIA (Org.). Service-oriented architecture. São Paulo, 2007.